NOVA DIRETORIA DA CDL SE REÚNE PARA DEFINIR AÇÕES EM 2017

A nova diretoria da CDL (Assú), entidade agora presidida pelo empresário João Nogueira de Melo Neto, se reuniu nesta terça-feira (24), para definir a agenda de ações que serão desenvolvidas durante o ano de 2017.
Alem do presidente, participaram do encontro, o vice-presidente Francisco Celimário de Araujo, e os diretores; Pedro Neto (Comunicação), Jose Carlos (Diretor Secretário), Rui Vieira Neto (Diretor de Apoio ao Associado e ao Consumidor) e o Conselheiro Fiscal Francibell Martins.


A reunião contou inicialmente com a participação de representantes do Serviço Social da Indústria (SESI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), órgãos ligados a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), que apresentaram possibilidades de parcerias com a CDL e seus associados.


Entre os pontos pautados para 2017; destaca-se a continuação da campanha para compra do equipamento necessário, para a realização do monitoramento de câmeras na cidade do Assú, projeto iniciado na gestão do ex- presidente Edmilson Albino, e que será dado continuidade pela nova diretoria.
Neste contexto, o novo presidente da CDL (Assú) João Nogueira de Melo Neto, já esteve pessoalmente na sede do 10º BPM, discutindo o assunto com o Major Assis Santos, comandante do Batalhão, e se comprometeu a continuar lutando, na busca de parceiros, para a realização desse projeto.
Já com relação à Feira de Negócios do Assu e do Vale (Fenavale 2017), a informação é que o projeto já está sendo concluído e no mês de fevereiro será apresentado aos parceiros. O evento mais uma vez, será realizado no mês de outubro dentro dos festejos do aniversario da cidade.
Novidade
A nova diretoria da CDL (Assú) está elaborando um calendário de ações programadas, voltadas especialmente para a capacitação profissional. A idéia é oferecer aos sócios e replicas montblanc a comunidade em geral, um leque de serviços que contribuam com o desenvolvimento econômico do município. “Vamos buscar parcerias para oferecer qualificação, vamos transformar a CDL numa entidade parceira da comunidade” Disse João Nogueira (Presidente).

ARRAIÁ DE PRÊMIOS 2016

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), já definiu a data para o início do Arraiá de Prêmios 2016.

E para esta edição o Presidente da CDL Assú, o Sr. Edmilson Albino dos Santos, em nome de toda a diretoria, anuncia para toda a classe lojista, que dia 25 de abril do corrente ano, iniciará a campanha promocional Arraiá de Prêmios: Vale dinheiro, sendo assim será sorteado o valor de R$ 10.000,00, em valores diversificados.

Sorteios:

1º Sorteio – R$ 1.000.00

2º Sorteio – R$ 1.000.00

3º Sorteio – R$ 1.000.00

4º Sorteio – R$ 1.000.00

5º Sorteio – R$ 6.000.00

Além dos sorteios, teremos premiações para vendedores!

O sorteio acontecerá no dia 30 de Junho de 2016 a partir das 10h 30 min, no Auditório da CDL , na Praça Getúlio Vargas, nº 165, Centro -Assú/RN. Próximo replicas rolex a Igreja Matriz de São João Batista.

 

Mais informações:  (84) 3331 – 1014
(84) 98844-1014 (Oi)
(84) 99861 – 1382 (Tim)
(84) 99894-9698 (WhatsApp)

CONSUMIDOR SENTE NO BOLSO, O PESO DO PAGAMENTO DA CONTA DE LUZ

Gastos com conta de luz foram os mais sentidos no bolso do consumidor com crise econômica, mostra SPC Brasil

Reflexo da atual crise econômica, os brasileiros estão tendo que lidar diariamente com inflação elevada, produtos e serviços mais caros e altas taxas de juros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) investigou quais são as consequências da crise financeira na vida dos consumidores e mostra que os impactos são inegáveis no bolso: 80,4% afirmaram sentir aumento na conta de luz e 69,1% nas compras mensais de supermercado. Estas também são as despesas que tiveram os maiores aumentos, com cerca de 33,4% e 27,4% de aumento médio na conta nos últimos 6 meses, respectivamente, segundo a percepção dos entrevistados.

A pesquisa mostra ainda que os fatores externos relacionados à crise econômica são mencionados por metade da amostra da pesquisa (50,9%) para justificar o fechamento das contas no vermelho: não conseguir pagar as contas com o salário porque as coisas estão mais caras (17,5%), a diminuição da renda (15,7%) e a perda do emprego (11,0%).

 

Alternativas: reduzir o consumo de roupas e alimentação fora de casa

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a crise econômica já está fazendo com que os brasileiros alterem seus hábitos de consumo. “Passar a comprar produtos similares aos que estão acostumados, mas de marcas mais baratas e frear os gastos com refeições fora de casa são algumas das mudanças que podem e devem ser realizadas para ajudar no orçamento pessoal e da família”, diz. A pesquisa comprova estas mudanças de comportamento:

50,8% dos entrevistados garantem ter diminuído a compra de roupas, calçados e acessórios;

47,9% aumentaram a aquisição de produtos de marcas similares mais baratas;

–  44,9% diminuíram as refeições fora de casa;

27,0% diminuíram o consumo de produtos básicos como alimentos, produtos de higiene e limpeza.

No estudo do SPC Brasil também foram identificadas mudanças relacionadas à educação financeira:

61,4% estão pesquisando mais antes de fazer compras;

42,4% estão pechinchando mais ao fazer compras;

27,2% aumentaram o controle do orçamento pessoal e familiar;

30,1% diminuíram as reservas financeiras.

53,8% abandonariam atitudes positivas caso a economia melhorasse

Também foi perguntado aos entrevistados como seriam suas atitudes se a economia brasileira se recuperasse em 2016 e, nesse caso, 53,8% abandonariam as atitudes positivas tomadas em meio à crise.

Cerca de 36,7% admitem que desistiriam de manter a disciplina no controle dos gastos pessoais e da família. Outras atitudes mencionadas são o abandono da redução no consumo de roupas, calçados e acessórios (32,5%) e da realização de reserva financeira (30,4%).

“Ainda que a situação seja hipotética e que muito provavelmente o Brasil enfrente sérios problemas econômicos em 2016, a pesquisa comprova que os brasileiros nem sempre pensam em medidas de controle do orçamento a longo prazo”, explica a economista.

“As medidas adotadas e que poderiam servir para manter as contas no azul acabam sendo excluídas do dia a dia assim que os consumidores têm um alívio no orçamento, e isso não é uma prática indicada.” A pesquisa comprova: para mais da metade dos entrevistados (53,8%), o principal motivo para deixar de lado tais atitudes positivas em relação ao controle dos gastos é o desejo de recuperar o tempo perdido e voltar ao tipo de vida que tinham antes de passar pelo período de privação financeira.

Metodologia

A pesquisa procurou avaliar o grau de educação financeira dos brasileiros e entender como o consumidor se relaciona com o dinheiro. Foram entrevistados 804 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

FONTE: http://www.cndl.org.br

NORDESTE TEM O MAIOR CRESCIMENTO DE INADIMPLÊNCIA EMPRESARIAL EM 2015

Nordeste tem o maior crescimento no número de empresas inadimplentes em 2015, mostra SPC Brasil.

O ano de 2015 não foi turbulento apenas para os consumidores com contas em atraso, mas também para as pessoas jurídicas. De acordo com o indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o crescimento do número de empresas negativadas foi de 14,5%, na comparação com 2014, se considerarmos todas as regiões do país, excluindo o Sudeste. A aceleração da inadimplência ao longo do último ano foi observada em todas as quatro regiões consideradas pelo indicador: Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte.

Os dados do Sudeste não foram divulgados devido à Lei Estadual nº 15.659, que vigora no estado de São Paulo e dificulta a negativação de pessoas físicas e jurídicas no estado. Assim, a região em que mais aumentou o número de empresas negativadas em 2015 foi o Nordeste, com avanço de 17,35% na comparação com 2014. Em seguida aparece o Centro-Oeste, que registrou avanço de 14,84% na mesma base de comparação, e o Sul (12,09%).

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, os dados refletem o aprofundamento do quadro recessivo da economia brasileira. “Ao longo de 2015 não foi estabelecido o consenso político necessário para corrigir os desequilíbrios fiscais e acabar com a crise de confiança”, explica o presidente. “O recuo da atividade econômica fez cair o faturamento das empresas e, com isso, afetou sua capacidade de honrar compromissos. Além disso, a alta dos preços forçou o aumento da taxa de juros e elevou o custo do capital. Como resultado, as previsões para o PIB em 2015 apontam para uma queda próxima de 4%”, diz Pinheiro.

Em janeiro, Nordeste também lidera crescimento

Já em janeiro de 2016, na comparação com o mesmo mês de 2015, a região Nordeste registrou leve desaceleração da inadimplência e a variação anual passou de 17,35% para 16,38%. “Ainda assim, a região continuou a liderar o avanço do indicador anual de empresas devedoras”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. No Centro-Oeste, a comparação entre janeiro de 2015 e o mesmo mês do ano anterior mostra crescimento de 14,92% do número de empresas inadimplentes. Já na região Norte o crescimento foi de 12,50%, e no Sul de 12,40%.”

Além da queda do PIB, o cenário econômico combinou alta dos preços, com a inflação rompendo o teto da meta, e, por consequência, a elevação dos juros”, explica Kawauti. “Diante desse quadro, o movimento da inadimplência foi influenciado por dois vetores: a maior restrição do crédito e a piora das condições econômicas. Os dados deste relatório mostram que o segundo prevaleceu.”

Setor de Serviços concentra maior parte das dívidas
O setor credor que concentra a maior parte das dívidas de pessoas jurídicas, ou seja, para quem as empresas estão devendo, é o setor de Serviços, em todas as quatro regiões analisadas pelo SPC Brasil e pela CNDL. É na região Sul a maior participação, proporcionalmente, do número de dívidas de empresas de Serviços: 72,46%. Em seguida, as maiores participações são no Centro-Oeste, com 67,77% do total das dívidas; no Nordeste (60,88%); e na região Norte (58,70%).

O segundo maior credor em todas as quatro regiões analisadas é o setor de Comércio.

FONTE: http://www.cndl.org.br